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OPÇÕES DE CURSOS DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL
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ANOS DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
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MELHOR IES PRIVADA DO ESTADO DO PIAUÍ (2017-2018)
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É uma instituição de Ensino Superior pluricurricular, comprometida com a busca da excelência no ensino, na pesquisa e na extensão. Orienta seu planejamento e ações levando em conta o contexto social, econômico e cultural, determinantes para a construção de um conhecimento plenamente inserido e relevante para a formação profissional.

Promove a formação de seus alunos objetivando a inserção no sistema produtivo nacional e internacional, instrumentalizando-os para o exercício de uma profissão, da cidadania e da inclusão social.

Tem como pilares de sustentação a educação continuada, a responsabilidade social e a formação para a pesquisa, desenvolvendo propostas que atendam os parâmetros da comunidade científica e que favoreçam a melhoria da qualidade de vida da população brasileira.

Foi pensada a partir da experiência de seus fundadores, educadores com mais de 15 anos de experiência em educação superior presencial e a distância.

Os currículos dos seus cursos foram devidamente planejados com disciplinas que conjugam teoria e prática visando à formação integral e continuada. Articulam de forma coerente os planos de ensino, projetos pedagógicos e o plano de desenvolvimento institucional para o adequado cumprimento de seus propósitos.

PRINCÍPIOS

• Promover e incentivar as inovações tecnológicas e as metodologias que garantam a excelência no ensino ofertado;

• Participar ativamente de práticas e processos que promovam a democratização da cultura, do conhecimento científico e da educação superior;

• Elaborar projetos que possam ajudar a transformar a realidade social por meio de práticas equilibradas entre o homem e o meio ambiente;

• Desenvolver valores humanos incentivando a postura crítica de alunos e professores;

• Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica;

• Desenvolver ciência e tecnologia

• Difundir a cultura, o conhecimento e a formação prática e voltada para as necessidades do mercado de trabalho;

O QUE OFERECEMOS

• Educação Profissional por meio de cursos tecnológicos;

• Cursos de bacharelado e licenciatura;

• Cursos de Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu;

• Educação continuada;

• Desenvolvimento de pesquisa;

• Cursos de residências (saúde e bem estar físico e social);

• Cursos de extensão.

NOSSA VISÃO E MISSÃO

MISSÃO

“Formar profissionais comprometidos com o desenvolvimento sustentável tecnológico, científico e econômico do país; com os dilemas éticos de suas profissões; capazes de empreender, refletir e intervir em prol da transformação da sociedade por meio da educação e respeitando a diversidade cultural”.

 

VISÃO

“Excelência Acadêmica e pedagógica na prestação de serviços educacionais de qualidade”.

 

NOSSOS

PRINCÍPIOS E VALORES

O conceito de homem como sujeito histórico não pode prescindir do nexo com a educação, pois ela é o recurso que as sociedades possuem para que a produção cultural da humanidade não se perca, passando de geração em geração. Desse modo, a educação constitui a mediação pela qual os seres humanos garantem a perpetuação do seu caráter histórico.

A IES organiza os pressupostos teóricos e metodológicos dos cursos de graduação apoiada na concepção de homem histórico, que transcende a natureza e se constrói na relação com os demais seres humanos.

Assim, os cursos exigem um compromisso para além da mera informação e organização curricular, visto que formarão profissionais que devem atuar sobre o processo intelectual de diferentes grupos sociais. A formação científica dos alunos, mediada pelas experiências pessoais e coletivas vivenciadas nos cursos, visa contribuir para a constituição de uma sociedade democrática, norteada por princípios histórico-humanos de liberdade.4O profissional não pode ser indiferente ao seu contexto, assim sendo, os cursos organizam seus conteúdos a partir de princípios norteadores que visam formar um profissional ético, político, técnico-cientificamente capacitado, comprometido com uma proposta democrática de educação e apto a interferir nos processos sociais e promover, ainda que com limites estruturais, mudanças urgentes e necessárias. A preocupação central é construir um referencial teórico-prático, cientificamente consistente, que permita aos profissionais adquirir o instrumental necessário à sua atuação competente e comprometida com os espaços em que atuará e com a sociedade em que vive. Dessa forma, os conteúdos selecionados para os cursos têm como objetivo primeiro, a apropriação de todos os conhecimentos necessários ao desenvolvimento competente da ação do profissional em seus diferentes espaços de atuação.

Os princípios a seguir expressam, de maneira inequívoca, a direção a ser seguida por todos os segmentos que atuam direta ou indiretamente nos cursos de graduação e Pós-Graduação:

Formação técnica do profissional – a formação dos cursos de graduação deverá garantir a formação de um profissional que domina, além dos conteúdos, as melhores formas de aplicá-los, conhecendo, para tanto, as determinações dos aspectos sociais e políticos que envolvem a profissão.

 

Articulação teoria e prática – os cursos de graduação, para além de qualquer consideração pragmática ou metafísica, devem tomar como pressuposto inerente a todas as disciplinas que compõem o currículo, a necessária complementação entre teoria e prática, compreendendo que a prática é o critério de verdade da teoria e que, concomitantemente, é a teoria que orienta e ilumina a prática, permitindo uma visão de totalidade sobre o objeto estudado. Não obstante, para evitar concepções reducionistas quanto às relações existentes entre teoria e prática, é preciso entender que não se trata de uma relação direta e imediata. Na história da ciência, temos exemplos de teorias que surgiram para continuar ou negar uma teoria já existente, ou seja, para satisfazer diretamente exigências teóricas. Somente em última instância e como parte do processo histórico-social é que a teoria tem na prática seu fundamento, finalidade e critério de verdade. Exatamente porque a relação entre ambas é de unidade, e não de identidade, a teoria possui uma autonomia relativa. Por outro lado, a atitude transformadora do homem diante da realidade impõe que ele a conheça.

Formação para a diversidade cultural – todos os profissionais deverão objetivar o alargamento da relação do sujeito com o objeto do conhecimento, para além do conteúdo das disciplinas escolares tradicionais, incluindo todas as dimensões da produção cultural, ou seja, devem encontrar formas de organização do trabalho que possibilitem o desenvolvimento de práticas e conteúdos usualmente esquecidos ou minimizados nos currículos, sem, no entanto, se descurar do provimento dos conhecimentos básicos indispensáveis à formação humana.

Formação para a cidadania e o respeito mútuo – na organização de seu trabalho, nosso profissional é formado para fomentar relações de colaboração e respeito, posto que, na formação da cidadania, a natureza dialógica do processo profissional é, não apenas o meio para a apropriação do saber que emancipa o indivíduo, mas também um fim a ser buscado pelo cultivo de formas civilizadas de convivência e troca de experiências entre sujeitos. Entendendo a diversidade como representação do que é plenamente humano, propõe-se um trabalho baseado no princípio da solidariedade e da cooperação;

Formação para a autonomia – é imprescindível que o profissional forme-se como sujeito que sabe lidar com as ideias (principalmente com a diversidade de ideias, conhecimentos, valores e atitudes), sendo capaz de refletir sobre o objeto de sua ação e adequar as melhores formas de agir para atingir os melhores resultados, sempre apreciando o saber como um bem cultural valioso. Desse modo, a formação para a autonomia implica na tarefa de levar nossos alunos – por meio de uma ampla e sólida formação, principalmente àquela voltada à pesquisa – a querer aprender sempre, dispondo para tanto, dos meios necessários para este feito.

Conheça nossos profissionais comprometidos com a educação e a experiência em administração do ensino superior.

NOSSOS DIRIGENTES

Prof. Ricardo Geraldo da Silva

Idealizador, Sócio-fundador Representante Legal e Diretor Geral.

 

Fatesp

Profa. MsC. Elisabeth Feitosa

Coordenadora do Curso de Licenciatura em Pedagogia

 

Fatesp

Prof. Esp. Eduardo Oliveira Araújo

Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Segurança no Trabalho

fatesp

Profa. Msc. Débora Mendonça

Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética

fatesp

A CPA

A Comissão Própria de Avaliação (CPA) é responsável pelo desenvolvimento de todas as ações previstas no processo autoavaliativo. A CPA terá como objetivos: planejar, organizar, sensibilizar a comunidade acadêmica quanto à importância da participação de todos no processo e fornecer assessoramento aos diferentes setores da Instituição.

Compete à CPA do da IES: Conduzir, coordenar e articular o processo interno de avaliação da instituição (autoavaliação); Sistematizar e disponibilizar as informações por eles geradas, bem como prestar as informações solicitadas pelo INEP, com base no art. 11 da Lei 10861/2004; Constituir subcomissões de avaliação; Elaborar e analisar relatórios e pareceres e encaminhar às instâncias competentes; Desenvolver estudos e análises visando ao fornecimento de subsídios para fixação, aperfeiçoamento e modificação da política de avaliação institucional; e Propor projetos, programas e ações que proporcionem a melhoria do processo avaliativo institucional; Sistematizar e prestar informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), no âmbito do SINAES; Participar de reuniões com os avaliadores externos quando da avaliação de cursos, seja para autorização, reconhecimento ou renovação de reconhecimento e recredenciamento da Instituição, disponibilizando informações resultantes do processo de avaliação interna da IES.

 
 
Comissão Própria de Avaliação (CPA)
O SINAES instituído pela Lei nº. 10.861 de 14 de abril de 2004 estabeleceu, em seus Artigos 11º e 12º, a formação, em cada Instituição de Ensino Superior, da Comissão Própria de Avaliação (CPA). A Portaria MEC n.º 2.051, de 09 de julho de 2004, regulamentou os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, nos Artigos 7º e 8º. Neste contexto, a CPA da IES é parte integrante do SINAES, estabelecendo um elo entre a autoavaliação e o conjunto do sistema de avaliação da educação superior brasileira.
Conforme seu regulamento, a CPA tem por função coordenar e articular o processo interno de avaliação institucional, sistematizando e disponibilizando as informações da instituição solicitadas pelo INEP/MEC. Sua responsabilidade transversal tem visibilidade e suporte operacional das instâncias dirigentes e funciona de forma autônoma no âmbito de sua competência legal, fazendo ampla divulgação de sua composição e de sua agenda.
Membros atuais da CPA da FATESP
A CPA da IES foi nomeada pela Portaria DG/FATESP nº 009/201 e Portaria DG/FATESP 011/2016 de 09102016, e está assim composta:
Objetivos da Autoavaliação
Objetivo Geral
Implantar e desenvolver o programa contínuo de autoavaliação institucional.
Objetivos Específicos
  • Delinear o programa de autoavaliação da IES, visando ao conhecimento da realidade da instituição;
  • Estimular uma cultura de autoavaliação continuada, envolvendo os diferentes órgãos, instâncias e pessoas que fazem parte da IES;
  • Descrever e analisar as atividades de ensino, pesquisa e extensão da IES, com o intuito de uma melhoria contínua;
  • Reanalisar e, se necessário, redefinir objetivos, metodologias e resultados obtidos através da análise das diferentes eixos institucionais;
  • Aprimorar e intensificar as relações entre a IES e a comunidade;
  • Divulgar os resultados da autoavaliação e as ações propostas para melhorar a qualidade da educação superior oferecida pela IES.
Requisitos da Autoavaliação
Para que o programa de autoavaliação da IES atinja seus objetivos, torna-se necessária a composição e atuação marcante da CPA para planejar e organizar as atividades, manter o interesse contínuo pela avaliação, sensibilizar a comunidade, fornecer assessoramento aos diferentes setores da instituição e refletir sobre o processo.
Dessa forma, é feita uma avaliação participativa, contando com todos os agentes da instituição. Muito relevante ao processo é o compromisso explícito dos dirigentes em relação ao processo avaliativo, traduzido em um apoio para que seja desenvolvido com a profundidade necessária. Para garantir o êxito do processo de autoavaliação, são necessárias informações válidas e confiáveis. A coleta, o processamento, a análise e a interpretação irão alimentar os eixos que serão trabalhados. O uso efetivo dos resultados auxilia o planejamento de ações destinadas à superação das dificuldades e ao crescimento institucional.
A preparação para a implantação do programa de autoavaliação envolve as seguintes ações basilares:
Nomeação da CPA;
  • Apreciação e discussão da legislação pelos membros da CPA e dirigentes da FATESP;
  • Apresentação e discussão dos documentos;
  • Participação dos seminários regionais de avaliação promovidos pela CONAES e pelo INEP.
Métodos Utilizados
O trabalho de autoavaliação envolve vários procedimentos metodológicos interdependentes objetivando um conhecimento mais acurado da realidade estudada. Neste sentido, destaca-se a análise documental, em especial do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e do Projeto Pedagógico Institucional (PPI) da IES. Foi aplicada também uma Pesquisa de Satisfação junto aos alunos de todos os cursos. Houve a opção pela realização de Censo, ao invés de Amostragem, mesmo considerando a impossibilidade prática de se atingir 100% do total de estudantes.
Para ter acesso às informações disponibilizadas no sistema on-line da instituição (disciplinas matriculadas, notas etc.), os alunos e professores devem responder, inicialmente, aos formulários produzidos pela CPA. Este procedimento permite uma ampla participação do público pesquisado. Através do questionário, os discentes avaliam os professores, a coordenação, a infraestrutura e os serviços oferecidos pela IES organizadas em três dimensões: Os aspectos Gerais, envolvendo a ies, o curso, o coordenador, os serviços, a infraestrutura; a avaliação do professor é colocado em formulário específico para seja avaliado cada professor; os professores e colaboradores avaliam da mesma forma, os aspectos gerais e o questionário é o mesmo.
A autoavaliação é realizada semestralmente e suas informações são utilizadas no desenvolvimento do relatório de autoavaliação que contempla os eixos sugeridos pelo INEP/MEC.
No tocante à comunidade externa, anualmente, são convidadas pessoas que interagem com a instituição a exemplos de Pais, Fornecedores, Representantes de Entidades de Classe etc. É aplicada uma pesquisa de caráter qualitativa, utilizando a técnica de Focus Group (Grupos de Discussão).
Os resultados alcançados pela pesquisa de autoavaliação poderão utilizados pelos diferentes segmentos acadêmicos no planejamento de ações institucionais que objetivem melhorias para a faculdade.
Etapas da Autoavaliação
A organização do Programa de Autoavaliação da IES seguiu as seguintes etapas:
  • Planejamento,
  • Sensibilização;
  • Desenvolvimento;
  • Consolidação.
Planejamento
O planejamento da implantação do programa de autoavaliação iniciou com a definição de finalidades e objetivos da avaliação interna. Os instrumentos a utilizar foram estabelecidos nessa etapa com a participação da comunidade acadêmica em reuniões e seminários. Foi elaborada a distribuição de tarefas e recursos e o cronograma geral de desenvolvimento das atividades, contemplando inclusive relatórios parciais relativos às futuras etapas de avaliação. Essa etapa culminou com a elaboração do projeto de autoavaliação da IES.
Sensibilização
Objetiva envolver a comunidade acadêmica no processo de avaliação de modo que a mesma seja a mais ampla e participativa possível. A sensibilização interna tornou-se mais contínua, conseguindo aumentar a participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica. A CPA visita o maior número possível de salas de aula, orientando os alunos sobre o processo avaliativo. As coordenações se encarregam de auxiliar o processo de sensibilização. Como suporte, a CPA utiliza também a divulgação através de cartazes, banners, site e mídias sociais da faculdade.
Desenvolvimento
São aplicados os questionários junto à comunidade acadêmica durante um período pré-determinado, trabalho este monitorado de perto pela Comissão. Problemas no sistema on-line ou na logística da aplicação dos questionários impressos são identificados e a respectiva solução encaminhada. O modelo tem incorporado aprimoramentos. Dentre eles podemos citar a aplicação do questionário, que passou a ser on-line, utilizando a ferramenta SWA.JACAD, que auxilia desde a inclusão do questionário e sincroniza os processos de coleta de dados e apuração dos resultados de forma totalmente automatizada e as mudanças estruturais no questionário com o objetivo de abordar as variáveis elencadas pelo SINAES, abrangendo de forma mais eficiente e com agilidade os processos de trabalho da comissão.
Consolidação
Após o recolhimento das respostas, são gerados arquivos segmentados com os dados organizados, o que facilita sua interpretação. A etapa de consolidação da autoavaliação compreende a junção das análises e dos resultados alcançados nas etapas anteriores, bem como elaboração, divulgação e análise do relatório final da autoavaliação. Os resultados são enviados à Direção Geral e Acadêmica e aos coordenadores de curso. Além disso, é feita a divulgação de alguns indicadores acadêmicos através de cartazes afixados nas coordenações e nos blocos que contemplam a estrutura da faculdade.
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